Isto é uma projeção de quanto pode ter sido desviado de 01/01/2018 até este exato momento por: desfalque, falcatrua, negociata, traficância, velhacaria e corrupção.
Trilhões Bilhões Milhões Mil Reais Centavos
 
Denúncia - Piauí
24 de Junho de 2011, em São José do Peixe - PI - R$ 129.010,23
Ex-prefeito de São José do Peixe é condenado à perda dos direitos políticos
O Ministério Público Federal no Piauí obteve a condenação do ex-prefeito de São José do Peixe, Valdemar dos Santos Barros em ação criminal de 2006.
De acordo com a denúncia, o gestor desviou R$ 129.010,23 (cento e vinte e nove mil, dez reais e vinte e três centavos), valor recebido pelo Município, através do Convênio nº 356/96 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação- FNDE. Além de elaborar termo de aceitação de obras ideologicamente falso, no qual afirmava que as obras foram consideradas conclusas.
O objetivo do Convênio era a aquisição de equipamentos para 4 (quatro) salas de aula, na substituição de equipamentos em 16 (dezesseis) outras, na reforma de 22 (vinte e duas) unidades de ensino e finalmente, na ampliação de 4 (quatro) escolas, mas que de acordo com relatório de inspeção realizada in loco, pelo Ministério da Educação, o projeto não foi realizado em razão de saque integral dos recursos.
Com base nesses fatos, a juíza federal Marina Rocha Cavalcanti Barros Mendes, da 5ª Vara Federal, condenou o ex-gestor a 4 anos de reclusão, sendo de 2 anos e 6 meses de reclusão e a inabilitação pelo prazo de 5 anos, ao exercício de cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação, pelo desvio da verba (crime do art. 1º, inciso I, do DL 201/67) e a 1 ano e 4 meses de reclusão e a 30 dias-multa no valor de 1/10 do salário mínimo da época, pela falsificação de documento (crime do art. 299, parágrafo único, CP).
A pena privativa foi convertida ao pagamento de prestação pecuniária, no valor de 5 (cinco) salários-mínimos, a ser destinada a instituição a ser designada pelo juízo da execução; uma pena de prestação de serviços à comunidade ou entidade pública, também a ser definida, devendo cumprir as tarefas à razão de uma hora de trabalho por dia de condenação, durante período não inferior à metade da pena privativa de liberdade aplicada.